sábado, 24 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tempos de flor e amor



fotos Luciana Dau - Arraial D 'ajuda 2011

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O amor é rosa


foto Luciana Dau - Arraial D'ajuda, BA - 2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Abundância em flor...




Fotos Luciana Dau - Nov. 2011 - Arraial d´Ajuda - Bahia

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pôr-do-sol no Arpoador






Fotos: Luciana Dau - 03/11/11 - Arpoador

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

No Arpoador

foto luciana dau - outubro 2011 - arpoador

domingo, 23 de outubro de 2011

O menino e o sol

Foto Luciana Dau - 23 de outubro 2011 - Arpoador- Rio de Janeiro -

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Trevo de 4 folhas...

foto luciana dau - outubro de 2011 - Recife

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

domingo, 25 de setembro de 2011

Sri Bhagavan: O que torna uma pessoa espiritual..." (Chaturika Prakash, Facebook 'Oneness Transcrições)

Bhagavan, o que faz a pessoal ser espiritual? Como nós podemos considerar
uma pessoa como espiritual? São suas ações, maneiras de ver e percepções ou
algo que está além disso?



SRI BHAGAVAN: “ Espiritualidade tem a ver com o coração.Não tem nada a ver
com o seu conhecimento ou com o que vcs chamam de religiosidade. É
simplesmente um questão do coração. Se vc pode sentir por uma pessoa, por um
animal, por alguém, então vc é espiritual. Não há nada a fazer de fato,
mesmo com Deus. Isso vem dos níveis do coração, e se vc pode sentí-los,
então Deus já está lá. Portanto a questão é que as pessoas tem perdido seus
corações. Nós estamos sistematicamente matando o coração. É por isso que vc
acha bonita a imagem do sagrado coração de Cristo. Vc já deve ter visto
essas pinturas. Essa é a chave.



Mesmo quando nós te perguntamos: Quem é vc? Vc me diz, e a mão vai apenas
aqui (Bhagavan aponta para o coração), não vai para lá (Bhagavan aponta para
a cabeça), vc é isso (Bhagavan aponta para o coração). E o que nós chamamos
de corpo sutil que deixa vc quando vc morre, isso é só no coração, o espaço
dentro do coração. E esse coração está morto hoje. Onde vc sente, vc pode
ver por vc mesmo. Vc não precisa de um grande professor para te dizer todas
essas coisas. Apenas olhe para dentro de vc, vc sabe que está sem coração.
Vc não ama os seus pais, vc apenas faz uso deles, é legal com eles apenas
para que não atrapalhem sua vida. Se eles são bons com vc, então vc é bom
com eles, do contrário não. Entre marido e mulher vc pode ver que existe
apenas um tipo de apego, um tipo de excitação. Vc está morto por dentro. É
apenas uma negociação, vc sabe. Qualquer coisa que te traga boas coisas pra
vc, vc vai estar feliz. Qualquer coisa que te dá dor, vc rejeita. Onde está
o coração? Não estou dizendo que não há pessoas com coração. Existem essas
pessoas. Mas tem tão poucas que vc pode quase dizer que não existe ninguém.

Original

Q.)Bhagavan,what makes a person spiritual? How do we consider a person
spiritual? Is it his actions,views and perceptions or something way
beyond all this?

SRI BHAGAVAN: "Spirituality has to do with the heart. It has nothing
to do with your knowledge or with your so called religiosity .It is
simply a matter of the heart. If you can feel for some person,for an
animal,for somebody.Then you are spiritual. There is nothing to do
infact with even God. Its from the heart levels and if you can feel it
then God is already there. So the question is people have lost their
heart. We have systematically killed the heart.Thats why you find that
beautiful image the sacred heart of Christ. Those paintings you must
have seen. That is the key.

Even when we ask you- Who are you?You say me,the hand only goes
here(BHAGAVAN pointing to heart), does'nt go here (BHAGAVAN points to
head).Because you are not this(BHAGAVAN pointing to head),you are
this(BHAGAVAN points at heart).And what we call that subtle body which
leaves you when you die,that's only in the heart, the space within the
heart. And that heart is today dead. Where do you feel,you can see
yourself. You don't need a big professor to come and tell you all
these things. Just look into yourself, you know you are heartless. You
don't love your parents, you only make use them,be nice to them to get
your things done. If they are nice to you,then you are nice to them,
otherwise no. Husband and wife you can see there is only some kind of
attachment, some kind of excitement. You are dead inside. Its all
business you know. What ever brings nice things to yourself, you are
happy about it. What ever gives you pain you reject it. Where is the
heart? I don't say there are no people without a heart. There are
people. But there are so few that you can almost say there is nobody.

sábado, 17 de setembro de 2011

Deus de Michael Jackson (Trad. Thereza Christina Rocque da Motta), destaco 1 trechinho dessa linda reflexão, pura meditação.

"mas, para mim, o contato mais íntimo com Deus não possui forma. Cerro os olhos, volto-me para dentro, e mergulho num profundo silêncio. O infinito da criação divina me envolve. Somos um."

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Variação # 2

foto/intervenção - Luciana Dau - agosto 2011

Variação - # 1

foto/intervenção - Luciana Dau agosto 2011

domingo, 28 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

sábado, 20 de agosto de 2011

Amor em flor

fotos luciana dau - Araras agosto 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Formas



fotos luliX pandaglia agosto de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Detalhe da obra de Amadeo de Souza-Cardoso

foto luliX pandaglia - Lisboa - julho de 2011 - Fundação Calouste Gulbenkian

Da série pinturas fotográficas

foto luliX pandaglia - Veneza - junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O AMOR ANTIGO de Carlos Drummond de Andrade

O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.


O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.


Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
o antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.


Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.


fonte: E-mails Pedro Lago

quinta-feira, 12 de maio de 2011

A DUPLA SITUAÇÃO de Carlos Drummond de Andrade

Um silêncio tão perfeito
como o que baixou agora:
sinal que já morremos
ou nem chegamos ainda à Terra.

Acabamos de sentir a morte
nas veias substituir o sangue.
Circulamos na atmosfera,
somos, corpo e brisa, um só.

Ou flutuamos no possível
sem pressa de, sem desejo de
atingir o irretratável
movimento do nascimento.

Este silêncio tão completo
em si, em nós, em nossa volta,
converte-nos em transparente esfera
contemplada contemplativa.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Homenagem a minha amada Leda Dau

foto Luciana Dau - abril de 2011

“Como é grande o nosso amor por você”
Leda, Ledinha, Ledoca, Ledusca, Tininha, Saudades, muitas saudadesss...

O amor sempre transbordou em nossa família, do encontro entre dois generosos imigrantes Libaneses, Maria e Miguel nasceram 4 pessoas maravilhosas: Albert, Odete, Amaury e Leda.
Ledinha foi uma mulher extraordinária, filha, irmã, tia/mãe, amiga, cientista, botânica, professora, ex-diretora do Museu Nacional/ UFRJ.
Na sua escolha pelas ciências naturais Ledoca nos fala: “Optei espontaneamente pelo curso. Minha mãe cuidava muito dos jardins. Ela tinha um canteiro grande, só de rosas. Eram maravilhosas aquelas rosas vermelhas, lindas. Fui sedimentando esse gosto.”
O que sempre me impressionou na Tia Leda, foi sua seriedade, sensibilidade, respeito, discrição, modéstia, ética, generosidade e compromisso com a vida, com a família, os amigos, o trabalho, o país, o mundo. A sua capacidade de amar, agregar, ouvir, intervir no momento exato, e o exemplo de tolerância nas relações.
Como diz Mario Quintana:


          “O amor é quando a gente mora um no outro.” 

É exatamente isso o que sentimos em relação ao legado que nos deixou. Leda era amor, conciliação, tolerância, inteligência, elegância e quando severa, não perdia jamais a ternura. Os almoços das quintas-feiras aproximou ainda mais os sobrinhos, primos, tias, sobrinhos netos e as duas bisnetas ( Nina e Beatriz) que alegraram muito os nossos encontros dando um colorido especial; Ledinha resplandecia. Os seus gestos de carinho, o preparo das matulas, depois de cada almoço para Cacau levar para o Gilson e o Cristiano, o jantar da Cristiana.
Ledinha nos proporcionou horas de convívio, compartilhando nossas vidas, rindo em volta da mesa, saboreando os deliciosos cardápios variados, criados por ela. E como disse a Tia Munira, é tão bom ficar pertinho. 
Até os 22 anos convivíamos diariamente, amando, aprendendo, levando bronca, mas sobretudo recebendo atenção, cuidado, amor e carinho. Na minha infância , adorava ir trabalhar com ela. As lembranças da restinga da marambaia, Ledinha de roupa caqui, botina e cantil, a Anick, sua amada pointer, e eu brincando e observando seu trabalho naquela beleza de lugar, do horto, do Museu Nacional, imagens espetaculares  e mesmo depois, quando resolveu morar sozinha, as festas de família, aniversários, a sua fortaleza nos momentos difíceis, as conversas, os conselhos. Um ombro sempre amigo.
O tempo e as lembranças se encarregarão de preencher esse vazio, recordando com alegria, amor e muita gratidão a sua presença na vida e em nossas vidas.

Luciana Dau - 4 de maio 2011